
domingo, 31 de agosto de 2008
Chove Chuva !

sábado, 30 de agosto de 2008
Em seu lugar

sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Hoje é dia de Luka

Manhã no peito de um cantor. Cansado de esperar só. Foi tanto tempo que nem sei. Das tardes tão vazias por onde andei. Luciana, Luciana. Sorriso de menina, nos olhos de mar. Luciana, Luciana. Abrace essa cantiga, por onde passar. Nasceu na paz de um beijo-flor, um verso em voz de amor já. Despontam os olhos da manhã, pedaços de uma vida que abriu-se em flor. Luciana... cantiga por Luciana - Edmundo Rosa Souto e Paulinho Tapajos
Ela tem uma voz suave... jeito de menina, postura de mulher.
Coragem para seguir em frente, recomeçar, ousar e crer...Porque na verdade ser feliz não é viver sem chorar mas sim, deixar que todos se perguntem: por que ela ainda sorri ?!Hoje é seu dia, dia de brindar, celebrar e acima de tudo: renascer!Essa canção é para você, o post todo para você ! Muitas flores a serem colhidas em seus caminhos pela vida... borboletas sempre sobrevoam seus jardins !E só resta dizer: parabéns !Hoje é dia de Carlos !
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
.... :: .....
Todo dia
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Acabou ? Já ? Só por enquanto !
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Xooooooooooo
domingo, 24 de agosto de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
The Moonlight Party
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Sexta...
Ainda sorrindo....

quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Sem vc !
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Narrativas outra vez !
E ali está você, quase inexistente no meio de tantas coisas, escombros de você, coisas essas que ofuscam o que se é, para ser o que jamais deveria ser.
E com isso vai se perdendo, despedaçando ou até mesmo deixando ir às partes mortas, as que perderam o sentido, aquilo que não existe mais razão e motivo para continuar.
Tão logo se perde o referencial que o alheio imputou sobre o fio condutor da essência de cada um, detona o processo de procurar o que pode nos conduz a caminhos que muitas vezes, estavam abertos diante de nós, aqueles locais que não necessitam de bússola para guiar, onde conhecemos até mesmo os ramos que brotam pelo caminho, porem as traves que impediam a visão, roubaram o brilho das trilhas, tornando o familiar medíocre e sem cor. E percebe-se que aquela era a rotina onde todos os dias se trilhava, vivia ou achava que sim, a consciência do vazio, produz a força necessária para desbravar o desconhecido e assim, reconstruir e encaixar o que ficou.
Em que calabouço existencial esconde-se o melhor que existe nessa alma que é tão delicada e gélida?
Aonde foi que você caiu e por ali ficou, deixou que a vida passasse e que você passasse pela vida, fragmentando a sua historias, com tentativas inacabadas de felicidade?
A voz do tempo ressoa a realidade dos fatos, apresenta o real sem dó ou algum colorido para despistar o obvio: a dor não conhece o sentido de compaixão.
É como um cárcere que abriga todas as lembranças, e quando se puxa à gaveta onde estão contidos os bons momentos, percebe-se logo ao lado, a nevoa sombria daquilo que jamais deveria ter acontecido.
E assim, os arquivos foram organizados, um ao lado do outro em uma cronologia cruel, sem permitir uma formatação ou excluir aquilo que não anseia.
Existem coisas que não são possíveis apagar e não dá para escrever por cima, muito menos deixar de lado. Ignora-las é tarefa usual porem no tempo oportuno, é como se algo ali fermenta-se, e tudo toma uma dimensão cataclísmica, e a pequena dor transforma-se em uma agonia na alma, porem necessária para transformar o que se é, para ser aquilo que jamais ousou imaginar que poderia ser.
Buracos, escombros, e muita poeira... Esse é o cenário, o seu cenário, quando se derruba algo para construir novamente. A principio parece um eterno caos, todavia o processo de construção ao ser iniciado, retira-se os escombros, nivela o terreno, impermeabiliza a fundação e da-se inicio a algo novo e dessa vez como deve ser: planejado, calculado, nas exatas proporções, tendo como layout a infinidade de idéias baseadas naquilo que se sonha!
Porque a dor é o engenheiro responsável, a angustia a arquiteta das tendências contemporâneas, no entanto a energia vital para que o cinza torne-se a mais completa aquarela, nomeia-se vontade. A responsável pelo rejunte que enfeita e protege, que convoca outras medidas de segurança para que tudo chegue a um equilíbrio perfeito, ou melhor, que balance mas não caia.
E assim se ganha um novo mirante, um posto de observação e contemplação, onde o olhar agora é livre, como se farejasse as migalhas úteis, os cacos essenciais, sem os quais o alicerce não terá solidez bastante para sustentar aquilo que tanto se almeja ser, e rechear o interior com os mais belos adornos e lareiras onde jamais faltará o calor do fogo.
domingo, 17 de agosto de 2008
Ser dona de si....
TEM DIAS que você acorda que sei lá. Não aconteceu nada que te aborrecesse, nenhum problema à vista, tudo bem em todos os sentidos -os normais- e você está péssima. Para começar, não consegue levantar da cama, e nela ficaria o dia inteiro, a vida inteira, a troco de nada. A cabeça está ruim, o analista está viajando, os amigos estão fazendo coisas, não têm tempo nem competência nem paciência para ouvir você -e, no fundo, ouvir o quê, se nem você mesma sabe o que dizer? Fica pensando: o que poderia acontecer agora para sair desse estado ridículo -porque a depressão sem razão é quase ridícula, mas a gente só sabe disso depois que ela passa-, com tanta gente sofrendo por razões sérias e você sem nenhuma. E o pior é que quando se está nesse estado nunca se pensa que ele vai passar. E pensar em viver assim a vida toda, realmente não dá. É uma agonia, quem sabe entrando num chuveiro as coisas melhoram? E a força para levantar e tomar um banho? Já cansou de ouvir falar que sair e andar um pouco é tiro e queda, mas se vestir, botar um tênis e ver o dia bonito, o céu azul e as pessoas alegres, correndo, rindo, é tudo que não se quer. Se pelo menos estivesse chovendo, fazendo frio, mas não: está um dia maravilhoso, e assim não dá. Botar um CD nem pensar, ligar a TV também não, é quase uma dor física no peito, é claro, que dói mais que uma pedra no rim, pois para essa você sabe que há remédio. O jeito é continuar no fundo das cobertas tentando não pensar em nada, e na verdade não pensando, e tão triste que não consegue lembrar um só momento de alegria e felicidade que já tenha tido, e achando que a vida não tem solução. E será que tem? O dia vai passando, nada melhora, e você não faz rigorosamente nada para tentar sair dessa. Para não morrer de fraqueza, pega na geladeira uma gelatina, essa pelo menos escorrega pela garganta sem precisar nem mastigar. Mas a vontade de viver é sempre mais forte, e já à tarde, com a cabeça funcionando melhor, resolve que vai melhorar. Começa devagar: levanta da cama, enche a banheira com uma água bem quentinha e toma um banho sem pressa; depois se veste, põe um suéter bacana, se maquia -muito importante- vai para a sala e começa a olhar em volta. Tem uma casa bonita, exatamente como queria, e importante: nenhum eletrodoméstico está com defeito, tudo está funcionando, o que é uma benção dos céus. E começa a bater uma certa fome, sinal de que as coisas estão melhorando. Mas fica quietinha, esperando; e umas duas horas depois decide -porque isso é uma questão de decisão- que chega, não vai ficar assim não. Pega a bolsa e vai a um restaurante de que gosta, pede uma caipirinha da fruta mais alegre que existe, o caju, e depois uma carne sangrenta com farofa e batata frita, tudo que evita 360 dias por ano. E pensa que não há nada melhor do que poder fazer exatamente tudo o que quer, na hora em que quer, que tem o direito de às vezes cair em depressão e não ter que dar satisfações a ninguém, nem à amiga nem ao analista, e que isso é a coisa mais importante deste mundo. Porque ser livre para ser feliz, ou até infeliz, é um privilégio que todos devem ter. Ser dona de si - Danuza Leão
sábado, 16 de agosto de 2008
Noite na praça

Um dia mais do que daqueles...
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Arrumação
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
E se vive a esperar
terça-feira, 12 de agosto de 2008
E mais uma Narrativa
Para dizer adeus

segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Só mais uma vez

domingo, 10 de agosto de 2008
As portas do caminho...

sábado, 9 de agosto de 2008
... esta em suas mãos ....

sexta-feira, 8 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Em busca de um Elisio

Primeira oficina do Narrativas !
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Vozes no Ar: 1 ano !

Ta quase chegando !
domingo, 3 de agosto de 2008
You're welcome !
sábado, 2 de agosto de 2008
E a vida manda flores de presente !
O primeiro de agosto

